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terça-feira, 2 de agosto de 2011

[Parte 1/2] Meu Derrame de Percepção - Legendado

Palestra "My Stroke of Insight" da Dra. Jill Bolte Taylor, neurocientista de Harvard, sobre sua experiência com AVE em 1996.
Tradução e Legendas:
Nayara Alves e Atílio Baroni

Palestra "My Stroke of Insight" da Dra. Jill Bolte Taylor, neurocientista de Harvard, sobre sua experiência com um derrame em 1996.

Tradução e Legendas:
Nayara Alves e Atílio Baroni

domingo, 29 de maio de 2011

Laminina - proteína ajuda a tratar lesões medulares.



Proteína ajuda a prevenir e tratar lesões graves causadas por acidentes.

A laminina é encontrada em tecidos do corpo humano, nos músculos e na placenta. É fácil de ser coletada e conservada em um freezer comum.

É um desafio que move pesquisadores de todo o mundo: encontrar tratamentos para as doenças que atormentam o homem. A busca é muito antiga. Mais recente é a tendência de achar no corpo do próprio homem a esperança para a cura.
Em um laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a pesquisa é em cima de uma proteína: a laminina. Há cinco anos os resultados têm sido promissores para recuperar lesões na medula que deixam milhões de pessoas todos os anos em cadeiras de rodas.
A laminina é encontrada em tecidos do corpo humano, nos músculos e na placenta. É fácil de ser coletada e conservada em um freezer comum. “Nós temos várias alíquotas. Essas alíquotas são diluídas na hora. O que fazemos é apenas adicionar um diluente. É só um volume bem pequenininho: três gotinhas, um microlitro”, explica a professora da UFRJ Tatiana Coelho Sampaio
É pouco, mas é o suficiente para conseguir bons resultados em ratos de laboratório que passam por uma cirurgia simples. A única diferença da coluna cervical do rato para a do homem é o tamanho. Dentro da medula tem vasos sanguíneos e os axônios, que levam as ordens do cérebro para o resto do corpo.
A equipe de reportagem do Bom Dia Brasil acompanhou uma cirurgia que, com a introdução de um cateter, vai provocar um esmagamento, a lesão da medula – exatamente como se fosse um acidente de carro ou a queda de um cavalo. Os axônios são rompidos, ocorre uma hemorragia, e o rato perde o movimento das patinhas de trás.
O centro cirúrgico foi montado no próprio laboratório, com luz especial e proteção para os sensíveis olhos do bichinho. O pesquisador Marcos Assis Nascimento, doutorando da UFRJ, faz a lesão com o cateter em pouco tempo.
“Cinco minutos se passaram com o cateter inflado dentro da medula e já provocamos a lesão. O rato vai ser tratado com laminina, e o tratamento vai ser agora”, explica o doutorando.
Vinte e quatro horas depois, a equipe de reportagem retorna ao laboratório e já reencontra a professora da UFRJ, Tatiana Coelho Sampaio, com toda a equipe de alunos. Mas o que mais interessa nesse momento é saber como estão os ratinhos.
Não há muita dúvida de que é um dos ratinhos que não passaram pelo tratamento, porque ele está bem paradinho. Já um ratinho que passou pela cirurgia e também passou pelo tratamento, pela injeção de laminina, tem uma limitação do movimento da pata, mas ele tem uma movimentação muito maior.
Sete dias depois, o ratinho que não foi tratado tem uma clara dificuldade de se apoiar nas patas traseiras. O outro tem a movimentação quase normal. Em quanto tempo vai ter a possibilidade de fazer testes em seres humanos dessa proteína?
“A limitação não é científica. É uma limitação mais logística. Os dados científicos nós temos já prontos. O que a gente imagina é testar inicialmente em paciente agudos para ver se a gente consegue reproduzir esse feito até o final na recuperação melhor desses pacientes”, afirma a professora Tatiana Coelho Sampaio.
Em breve começam os testes em seres humanos. A vantagem em relação às células-tronco, que também fazem parte de um tratamento muito promissor, é que, segundo a UFRJ, a proteína pode ficar guardada em uma geladeira comum e pode ser coletada de qualquer pessoa – e não apenas da própria pessoa que sofreu o acidente.

Fonte: G1 – Edição do dia 26/05/2011.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Doutores da Alegria


Informações históricas
Em 1986, Michael Christensen, um palhaço americano, diretor do Big Apple Circus de Nova Iorque, apresentava-se numa comemoração num hospital daquela cidade, quando pediu para visitar as crianças internadas que não puderam participar do evento. Improvisando, substituiu as imagens da internação por outras alegres e engraçadas. Essa foi a semente da Clown Care Unit™, grupo de artistas especialmente treinados para levar alegria a crianças internadas em hospitais de Nova Iorque.
Em 1988 Wellington Nogueira passou a integrar a trupe americana. Voltando ao Brasil, em 1991, resolveu tentar aqui um projeto parecido, enquanto ex-colegas faziam o mesmo na França (Le Rire Medecin) e Alemanha (Die Klown Doktoren). Os preparativos deram um trabalho danado, mas valeu: em setembro daquele ano, numa luminosa iniciativa do Hospital e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, em São Paulo (hoje Hospital da Criança), teve início este programa.

Norutno Cadeirantes - But I Still



Em 2003 a Oficina dos Menestréis criou sua primeira turma de cadeirantes e após 8 meses de curso montaram o musical NOTURNO de Oswaldo Montenegro, que apelidaram de Noturno Cadeirantes. No elenco quase 20 cadeirantes. Depois veio a versão Noturno Mix, com o elenco composto por cadeirantes e atores andantes da Oficina. Essa é a cena But I Still, do musical, gravada em 2004.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Fernando Fernandes-Campeão Mundial de Paracanoagem


Fernando Fernandes - sua trajetoria pós lesão até o Campeonato mundial de canoagem onde se tornou o primeiro brasileiro a ganhar uma medalha de ouro em mundiais.

www.fernandofernandeslife.com

Como amarrar o tênis com uma mão só.


Dica muito útil para quem tem hemiplegia, sofreu uma amputação ou algum outro problema físico. A aula foi dada pela terapeuta ocupacional Mariana Fulfaro (http://www.marianaterapeutaocupacional.com).  Agradeço minha aluna Chaiane que me passou este link...

terça-feira, 26 de abril de 2011

Surgical Debridement


Esta animação em 3D oferece uma visão geral de como o tecido morto  pode ser retirado em torno de uma ferida. Ferimentos podem resultar de uma variedade de causas, incluindo: lesões, queimaduras, úlceras de decúbito, úlceras de decúbito infectadas e incisões cirúrgicas. Tecido morto pode atrasar a cicatrização de feridas e levar a infecções.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Manifesto ser diferente é normal


O projeto Manifesto Ser Diferente é Normal é uma campanha feita através da internet, sem divulgação comercial de qualquer natureza, que tem por objetivo combater qualquer tipo de preconceito e segregação e com isto disseminar os conceitos de respeito , paz e equidade social.

Para acessar: http://www.serdiferenteenormal.org.br/pt/