Mostrando postagens com marcador fisioterapia neurofuncional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fisioterapia neurofuncional. Mostrar todas as postagens
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Post Stroke Therapy | Myomo Assits Your Own Motion
O Myomo System ® emprega um feedback baseado em sistema de circuito fechado, o que facilita a reeducação muscular, auxiliando o paciente com o movimento desejado em conjunto com a sua própria ativação muscular. O processo permite o remapeamento das vias motoras após uma lesão.
Indicações para Uso
O Sistema Myomo é indicado para utilização em pacientes com AVC para facilitar a reeducação muscular e manter ou aumentar a amplitude de movimento.
Fonte: http://myomo.web10.hubspot.com/
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Modelos de Reabilitação Fisioterápica em Pacientes Adultos com Sequelas de AVC Isquêmico
Physical Therapy Rehabilitation Models in Adult Patients with Ischemic Stroke Sequel
Cláudia Araújo de Paula Piassaroli, Giovana Campos de Almeida, José Carlos Luvizotto, Ana Beatriz Biagioli Manoel Suzan
RESUMO
Este trabalho tem como objetivo verificar na literatura a existência de protocolos de reabilitação fisioterápica para pacientes com sequelas de acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi) e a elaboração de uma sugestão de tratamento fisioterápico para estes pacientes, visando a melhora nas atividades de vida diária (AVD´s). A metodologia utilizada foi revisão bibliográfica através de artigos científicos indexados nas seguintes bases de dados: Lilac’s, Scielo, Medline, Pubmed, bem como livros e monografias. O tema foi escolhido devido ser o AVCi responsável por 80% dos casos, e o AVC hemorrágico pelos outros 20% das incidências. Cerca de 40% dos pacientes com AVC portarão sequelas permanentes, dificultando as AVD´s, necessitando de cuidados especiais, e acompanhamento por equipe multidisciplinar. Reintegrar o paciente no ambiente social é um desafio que envolve todas as pessoas inseridas no processo. Após um curto período de flacidez, o paciente entra no estado de espasticidade muscular, que é uma das severas limitações que ele vai apresentar. A adesão do paciente e cuidadores, além da precocidade do tratamento são fundamentais para a melhora do paciente.
Link de acesso: http://www.revistaneurociencias.com.br/inpress/634%20inpress.pdf
domingo, 20 de novembro de 2011
Prática mental na reabilitação de membro superior após acidente vascular encefálico – casos clínicos
Bruna Esequiel Gaspar; Tássia Tamy Hirono Hotta; Luciane Aparecida Pascucci Sande de Souza
Resumo
Link de acesso: http://www4.uninove.br/ojs/index.php/saude/article/view/2483
Introdução: O acidente vascular encefálico (AVE) apresenta altos índices de mortalidade e sua evolução, geralmente, implica em algum grau de dependência. A prática mental baseia-se na simulação mental de movimentos para promover aprendizagem de uma habilidade motora. Objetivos: Produzir um protocolo de prática mental utilizando o espelho combinado com cinesioterapia e investigar seus efeitos na recuperação funcional comparando-os com a aplicação isolada da cinesioterapia. Métodos: Participaram do estudo quatro pacientes vítimas de AVE na fase aguda, com sequelas motoras de hemiplegia ou hemiparesia. Dois realizaram terapia do espelho associada a cinesioterapia e os outros dois realizaram apenas a cinesioterapia. Resultados: Foi possível observar o desenvolvimento de bilateralidade nos pacientes, sugerindo que a associação entre imagem e prática mental possa representar uma estratégia interessante na aquisição de habilidades motoras. Conclusão: A resposta de melhora motora associada ao espelho foi observada somente nos pacientes paréticos, sugerindo a necessidade de novos estudos em pacientes plégicos.
Link de acesso: http://www4.uninove.br/ojs/index.php/saude/article/view/2483
sábado, 13 de agosto de 2011
Artigos interessantes - tratamento de pacientes hemiparéticos (Rev Neurocienc 2011; in press ).
Artigos interessantes sobre tratamento de pacientes hemiparéticos retirados da versão in press da Revista Neurociências (Rev Neurocienc 2011; in press ).
Efeitos da Terapia por Contensão Induzida em longo prazo em pacientes pós-AVC : http://www.revistaneurociencias.com.br/inpress/622%20revisão.pdf
Desempenho Motor em Hemiparéticos Após Treino de Relaxamento do Membro Superior Não Afetado http://www.revistaneurociencias.com.br/inpress/538%20relato%20de%20caso.pdf
Treinamento em Esteira e Fortalecimento Muscular no Tratamento de Hemiparéticos Crônicos http://www.revistaneurociencias.com.br/inpress/507%20original%20new%20dg.pdf
Prática Mental para Pacientes com Sequelas Motoras Pós Acidente Vascular Cerebral
http://www.revistaneurociencias.com.br/inpress/555%20revisão.pdf
terça-feira, 2 de agosto de 2011
[Parte 1/2] Meu Derrame de Percepção - Legendado
Palestra "My Stroke of Insight" da Dra. Jill Bolte Taylor, neurocientista de Harvard, sobre sua experiência com AVE em 1996.
Tradução e Legendas:
Nayara Alves e Atílio Baroni
Tradução e Legendas:
Nayara Alves e Atílio Baroni
Palestra "My Stroke of Insight" da Dra. Jill Bolte Taylor, neurocientista de Harvard, sobre sua experiência com um derrame em 1996.
Tradução e Legendas:
Nayara Alves e Atílio Baroni
Tradução e Legendas:
Nayara Alves e Atílio Baroni
domingo, 26 de junho de 2011
Treinamento em Esteira e Fortalecimento Muscular no Tratamento de Hemiparéticos Crônicos
Jonathan Borges de Castro1, Jenifer Cristina Abilel1, Edna Maria Lavísio2, Edna de Souza Cruz Uematsu3, Juliano Viudes Moraes4, Alexandre da Silva5
RESUMO analisar a aptidão cardiorrespiratória, o equilíbrio e a mobilidade de indivíduos hemiparéticos crônicos em resposta a um programa de treinamento em esteira e fortalecimento muscular. Método. Estudo quasi-experimental analítico, com participação de dez indivíduos hemiparéticos de ambos os sexos, com idade entre 40 e 74 anos que realizaram programa de treinamento com sessões de 80 minutos, três vezes por semana durante quatro meses, avaliados por meio do Teste de Esforço em Esteira (TE), Performance-Oriented Mobility Assessment (POMA), Manovacuometria e mensuração da capacidade inspiratória máxima. Na análise estatística foram utilizados Teste T de Student e ANOVA com α=0,05. Resultados. Houve aumento na média da distância percorrida de 145,4% no TE, este apresentou-se eficaz em 20% dos casos na avaliação inicial e em 70% dos casos na final. No teste POMA observou-se melhora de 24,7% no equilíbrio e 14,3% na marcha. A pressão inspiratória máxima aumentou 32,6%, a expiratória 55,25% e a capacidade inspiratória 20%. Conclusão. Os resultados encontrados mostraram que o treinamento em esteira associado ao fortalecimento muscular melhorou a função cardiorrespiratória, a capacidade funcional, equilíbrio e mobilidade dos participantes deste estudo.
Objetivo.
domingo, 19 de junho de 2011
Effectiveness of Virtual Reality Using Wii Gaming Technology in Stroke Rehabilitation
Gustavo Saposnik, Robert Teasell, Muhammad Mamdani, Judith Hall, William McIlroy, Donna Cheung, Kevin E. Thorpe, Leonardo G. Cohen, Mark Bayley and for the Stroke Outcome Research Canada (SORCan) Working Group
Background and Purpose—Hemiparesis resulting in functional limitation of an upper extremity is common among stroke survivors. Although existing evidence suggests that increasing intensity of stroke rehabilitation therapy results in better motor recovery, limited evidence is available on the efficacy of virtual reality for stroke rehabilitation.
Methods—In this pilot, randomized, single-blinded clinical trial with 2 parallel groups involving stroke patients within 2 months, we compared the feasibility, safety, and efficacy of virtual reality using the Nintendo Wii gaming system (VRWii) versus recreational therapy (playing cards, bingo, or "Jenga") among those receiving standard rehabilitation to evaluate arm motor improvement. The primary feasibility outcome was the total time receiving the intervention. The primary safety outcome was the proportion of patients experiencing intervention-related adverse events during the study period. Efficacy, a secondary outcome measure, was evaluated with the Wolf Motor Function Test, Box and Block Test, and Stroke Impact Scale at 4 weeks after intervention.
Results—Overall, 22 of 110 (20%) of screened patients were randomized. The mean age (range) was 61.3 (41 to 83) years. Two participants dropped out after a training session. The interventions were successfully delivered in 9 of 10 participants in the VRWii and 8 of 10 in the recreational therapy arm. The mean total session time was 388 minutes in the recreational therapy group compared with 364 minutes in the VRWii group (P=0.75). There were no serious adverse events in any group. Relative to the recreational therapy group, participants in the VRWii arm had a significant improvement in mean motor function of 7 seconds (Wolf Motor Function Test, 7.4 seconds; 95% CI, –14.5, –0.2) after adjustment for age, baseline functional status (Wolf Motor Function Test), and stroke severity.
Conclusions—VRWii gaming technology represents a safe, feasible, and potentially effective alternative to facilitate rehabilitation therapy and promote motor recovery after stroke.
Methods—In this pilot, randomized, single-blinded clinical trial with 2 parallel groups involving stroke patients within 2 months, we compared the feasibility, safety, and efficacy of virtual reality using the Nintendo Wii gaming system (VRWii) versus recreational therapy (playing cards, bingo, or "Jenga") among those receiving standard rehabilitation to evaluate arm motor improvement. The primary feasibility outcome was the total time receiving the intervention. The primary safety outcome was the proportion of patients experiencing intervention-related adverse events during the study period. Efficacy, a secondary outcome measure, was evaluated with the Wolf Motor Function Test, Box and Block Test, and Stroke Impact Scale at 4 weeks after intervention.
Results—Overall, 22 of 110 (20%) of screened patients were randomized. The mean age (range) was 61.3 (41 to 83) years. Two participants dropped out after a training session. The interventions were successfully delivered in 9 of 10 participants in the VRWii and 8 of 10 in the recreational therapy arm. The mean total session time was 388 minutes in the recreational therapy group compared with 364 minutes in the VRWii group (P=0.75). There were no serious adverse events in any group. Relative to the recreational therapy group, participants in the VRWii arm had a significant improvement in mean motor function of 7 seconds (Wolf Motor Function Test, 7.4 seconds; 95% CI, –14.5, –0.2) after adjustment for age, baseline functional status (Wolf Motor Function Test), and stroke severity.
Conclusions—VRWii gaming technology represents a safe, feasible, and potentially effective alternative to facilitate rehabilitation therapy and promote motor recovery after stroke.
domingo, 22 de maio de 2011
Matéria do Site Fisioterapia em Evidência- Tratamento fisioterapêutico para o AVC: o estado da arte em 2011
Matéria muito interessante publicada no site Fisioterapia em Evidência:
Tratamento fisioterapêutico para o AVC: o estado da arte em 2011
Nos últimos meses, os periódicos que acompanhamos não têm fornecido trabalhos de grande significância para a Fisioterapia, mas neste final de semana, o Lancet divulgou o que podemos considerar um marco do estado da arte da Fisioterapia neurofuncional para o tratamento de pessoas que tiveram um acidente vascular cerebral – AVC. Podemos dizer que a série de artigos sobre o assunto1 é o que há de mais atual sobre o diagnóstico, tratamento e acompanhamento do AVC, baseado em evidências. Quem puder ler na íntegra, vale o sacrifício.
Destaque especial ao artigo intitulado Reabilitação do AVC2 pois é uma ampla revisão sistemática (“overview of reviews”) sobre todos os recursos para a reabilitação do indivíduo que sofreu um AVC, descrevendo o que existe na literatura, seu grau de evidência, bem como a recomendação do uso, baseado em estudos de qualidade. Pela importância da reunião de evidências, podemos considerar um marco científico no assunto. Veja a seguir se estás up-to-date em sua prática diária e talvez tenha algumas surpresas sobre o que é o tratamento ideal para o seu paciente.
Tentamos fazer um esquema amigável com as principais recomendações, que devem servir como base para o atendimento de excelência do portador de seqüelas do AVC, para o ensino nas áreas de saúde responsáveis pelo atendimento destes pacientes, na estruturação de serviços especializados, elaboração de diretrizes e políticas próprias sobre o assunto, e na educação permanente dos profissionais envolvidos com tema.
O efeito do AVC nos indivíduos em termos de patologia (diagnóstico, doença), distúrbio (sinais e sintomas), limitações de atividades (incapacidade), e restrição da participação (limitações) são descritos conforme a Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF).
A recuperação do AVC é discutida como heterogênea, mas trás ao debate a sugestão de alguns estudos coorte que a recuperação ou não das funções corporais e participações são preditivas já nos primeiros dias após o AVC. Veja outras postagens sobre isso aqui.
Os autores declaram que os benefícios do atendimento multidisciplinar no contexto das unidades de AVC já é bem reconhecido, quando há um algoritmo cíclico de avaliações, definição de objetivos, intervenção para atingir os objetivos e reavaliações, e que a reabilitação deve iniciar tão logo seja possível, preferencialmente através de uma abordagem intensiva.
Baseando-se no estudo acima, resumimos as evidencias sobre métodos de reabilitação complexos, realizados por serviços ou terapeutas, com recomendações segundo a simbologia abaixo.
CATEGORIAS DAS RECOMENDAÇÕES:
RECOMENDADO: Uso recomendado para uma proporção substancial de pacientes pós AVC.
USO EM SELECIONADOS: pode ser considerado em pacientes selecionados ou em específicas circunstâncias.
NÃO MENCIONADO: sem recomendações específicas.
NÃO RECOMENDADO: não recomendado para uso rotineiro (fora do contexto do estudo clínico original).
GRAUS DE RECOMENDAÇÃO:
A=Baseado em informação robusta de estudos clínicos randomizados e que é aplicável na população clínica alvo.
B= Baseado em informação menos robusta (estudos experimentais).
C= Consenso ou opinião de especialistas
Recursos benéfico ou provavelmente benéficos:
- Unidades multidisciplinares de AVC (com fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, psicólogos, médicos e assistentes sociais, com reuniões regulares e trabalho coordenado), para melhora da independência (RECOMENDADO, A);
- Alta hospitalar precoce com atendimento multidisciplinar domiciliar para promover a independência (RECOMENDADO, A);
- Fisioterapia, terapia ocupacional ou serviço multidisciplinar, todos em domicílio, para melhora de AVD até um ano após o AVC (RECOMENDADO, A, B);
- Serviços de reabilitação (clínicas, ambulatórios, hospital dia, atendimento por equipes de saúde) para melhorar AVD (USO EM SELECIONADOS, A, B)
- Terapia Ocupacional para melhorar AVD em domicílio (RECOMENDADO, A) ou em ambulatórios (RECOMENDADO, A, B);
- Serviços de reabilitação de longa permanência para melhorar AVD (NÃO MENCIONADO ou USO EM SELECIONADOS, B)
Recursos com benefício incerto:
Fornecimento de informações para melhora da inteligência e independência (RECOMENDADO, A)
Fonoterapia para afasia e disfagia (RECOMENDADO, B)
Terapia cognitiva (TO ou psicólogo) para negligência espacial (NÃO MENCIONADO OU USO EM SELECIONADOS, B)
- Fisioterapia, terapia ocupacional ou serviço multidisciplinar, todos em domicílio, para melhora de AVD após um ano depois do AVC (USO EM SELECIONADOS, B, C);
Treinamento de cuidadores para melhora da independência e participação (NÃO MENCIONADO).
- Documentação formal do planejamento integrado para promover cuidados interdisciplinares coordenados e eficientes ao paciente, visando melhorar a independência (NÃO RECOMENDADO OU USO EM SELECIONADOS, B).
Recursos com efeito desconhecido:
Terapia cognitiva para déficit de atenção (B), de memória (C), apraxia motora (B, C) (NÃO MENCIONADO OU USO EM SELECIONADOS);
Intervenção para desordens de percepção (NÃO MENCIONADO OU USO EM SELECIONADOS, C);
Terapia ocupacional para distúrbio cognitivo (NÃO MENCIONADO OU USO EM SELECIONADOS, C);
Atendimento domiciliar para melhora do membro superior (NÃO MENCIONADO);
Fonoterapia para apraxia de linguagem e disartria (RECOMENDADO, C);
Estabelecimento de objetivos específicos, mensuráveis e tempo dependentes para guiar o tratamento (NÃO MENCIONADO ou RECOMENDADO, C);
Terapia comportamental para incontinência urinária (RECOMENDADO, C)
Avaliação domiciliar pós alta (USO EM SELECIONADOS, C)
Agora resumimos as evidências para tratamentos específicos:
Recursos benéficos ou possivelmente benéficos:
Para membro superior
- Terapia por contenção induzida para disfunção do membro superior e melhora da função motora (USO EM SELECIONADOS, A,B)
- Treinamento assistido por robô para membro superior (USO EM SELECIONADOS, A,B)
Para membro inferior
- Exercícios orientados por tarefas para andar (RECOMENDADO, A)
- Treinamento cardiorespiratório para nadir distancias (RECOMENDADO, A)
- Treinamento de tarefas repetidas para velocidade da marcha e transferências (RECOMENDADO, A, B)
- Treinamento em esteira velocidade dependente para velocidade da marcha e distância (uso selecionado, A, B)
- Terapia de alta intensidade para melhora da marcha (RECOMENDADO, B)
- Treinamento de marcha com assistência eletromecânica (USO EM SELECIONADOS, B)
Recursos com benefício incerto:
Para membro superior
- Treinamento bilateral para função motora do membro superior (NÃO MENCIONADO OU USO SELECIONADO, B)
- Prática mental para função do membro superior (USO EM SELECIONADOS, B, C)
- Terapia de alta intensidade e Treinamento de tarefa repetida para função do membro superior (NÃO RECOMENDADO OU RECOMENDADO, B)
- Estimulação elétrica para função motora (NÃO MENCIONADO, NÃO RECOMENDADO OU USO EM SELECIONADOS, B)
- Biofeedback eletromiográfico para função do membro superior (NÃO RECOMENDADO OU USO EM SELECIONADOS, A,B)
- Terapia espelho para membro superior (ou inferior); Terapia por Contenção Induzida para função da mão (USO EM SELECIONADOS, A, B)
- Biofeedback eletromiográfico ou estimulação elétrica para função da mão (NÃO MENCIONADO ou NÃO RECOMENDADO, B)
- Robótica para função da mão (USO EM SELECIONADOS, B)
Para membro inferior:
- Pistas externas (auditivas) rítmicas para melhora da marcha (NÃO MENCIONADO OU USO EM SELECIONADOS, B)
- Biofeedback (força e posição) para equilíbrio e função do membro inferior (NÃO RECOMENDADO OU USO EM SELECIONADOS, B);
- Plataforma móvel para equilíbrio ou função do membro inferior (NÃO MENCIONADO OU USO EM SELECIONADOS, B)
- Treinamento em esteira e suporte de peso corporal para marcha (USO EM SELECIONADOS, B)
- Mobilização precoce para mobilidade (RECOMENDADO, B)
- Programas de fortalecimento para marcha (USO EM SELECIONADOS, B)
- Órteses de pé e tornozelo para pé caído (USO EM SELECIONADOS, B)
- Estimulação elétrica functional (FES) para pé caído (USO EM SELECIONADOS, B, C)
Outros:
- Abordagens terapêuticas específicas (Bobath, aprendizado motor, mixed) (ABORDAGENS NÃO RECOMENDADAS, A)
Recursos com efeito desconhecido:
Para membro superior
- Splint, orteses para função do membro superior (NÃO RECOMENDADO, B,C)
Para membro inferior:
- Dispositivos de marcha para marcha (RECOMENDADOS, B,C)
- Intervenções para apraxia motora (NAÕ MENCIONADA)
- Posicionamento e colocação sentado (RECOMENDADO, B,C)
Outros:
- Intervenções para comprometimento do campo visual, ou para comprometimento sensorial (NÃO MENCIONADO OU USO EM SELECIONADOS, B,C)
- Acupuntura (NÃO MENCIONADO OU USO EM SELECIONADOS, B,C)
- Musicoterapia (NÃO MENCIONADO)
Referências:
1. Rothwell PM, Algra A, Amarenco P. Medical treatment in acute and long-term secondary prevention after transient ischaemic attack and ischaemic stroke. Lancet. 2011 14 mai; 377: 1681–92.
2. Langhorne P, Bernhardt J, Kwakkel G. Stroke rehabilitation. Lancet. 2011 14 mai; 377: 1693–702.
Fonte: Fisioterapia em Evidência
Acesso direto: http://www.fisioterapiaemevidencia.com/
sábado, 21 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Terapia de restrição e indução ao movimento no paciente com AVC: relato de caso
Cristiane Helita Zorél Meneghetti, Juliana Alves da Silva; Cristina Aparecida Veloso Guedes
RESUMOAvaliar a efetividade da terapia de restrição e indução ao movimento (TRIM) em um paciente crônico com hemiparesia após Acidente Vascular Cerebral (AVC). Método. Estudo de caso em um paciente masculino com diagnóstico clínico de AVC, com hemiparesia à direita, 45 anos de idade. Avaliou-se a função motora através da escala Fugl-Meyer modificada. A seguir iniciou-se o treinamento com a TRIM durante 3 horas por dia, num período de três semanas. Resultados. Houve melhora da função motora no membro comprometido, caracterizada por um aumento na pontuação na Escala de Fugl-Meyer, após o período de treinamento com a TRIM. Conclusão. A TRIM melhorou a função motora do membro superior do paciente estudado, podendo ser um método positivo para outros indivíduos com AVC crônicos, após estudo com número maior de casos.
Objetivo:
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Como amarrar o tênis com uma mão só.
Dica muito útil para quem tem hemiplegia, sofreu uma amputação ou algum outro problema físico. A aula foi dada pela terapeuta ocupacional Mariana Fulfaro (http://www.marianaterapeutaocupacional.com). Agradeço minha aluna Chaiane que me passou este link...
sábado, 30 de abril de 2011
A Interferência da Dança na Qualidade de Vida de Indivíduos Portadores de Esclerose Múltipla: Relato de Caso
The Interference of Dance Therapy on Quality of Life of Patients with Multiple Sclerosis: Case Report
Fernanda Carvalho Ribeiro, Douglas Martins Braga
RESUMO
A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença neurológica, crônica, auto-imune, progressiva e incapacitante que trás conseqüências negativas afetando o sistema motor, sensorial, psicológico, as relações sociais e, sobretudo, a qualidade de vida (QV) de seus portadores. Objetivo. Avaliar a influência que a dança exerce na QV de pacientes portadores de EM. Método. Este estudo foi realizado no Clube dos Paraplégicos de São Paulo (CPSP), onde foram avaliados três pacientes com diagnóstico de EM. As amostras foram avaliadas pelas escalas SF- 36 e DEFU antes e após a aplicação do protocolo de dança proposto. Resultados. Foram observadas melhora significativa nos aspectos sociais destes pacientes, principalmente nos quesitos saúde mental, estado geral de saúde e vitalidade da SF- 36. No domínio limitação por aspecto físico, foi observado melhora significante nos três casos. Já na DEFU, observamos melhoras nos domínios: pensamento e fadiga e sistema social e familiar. Conclusão. Neste contexto, a dança demonstrou ser um recurso eficaz na melhoria da QV e da auto-estima dos pacientes portadores de EM.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Efeitos da fisioterapia respiratória na pressão intracraniana e pressão de perfusão cerebral no traumatismo cranioencefálico grave
Effects of respiratory physiotherapy on intracranial pressure and cerebral perfusion pressure in severe traumatic brain injury patients
Cassia Toledo, Cinthia Garrido, Eliane Troncoso, Suzana Margareth Lobo
Artigo completo: http://www.scielo.br/pdf/rbti/v20n4/v20n4a04.pdf
terça-feira, 19 de abril de 2011
Esclerose Lateral Amiotrófica - Livreto
Link de um livreto de informações escrito por profissionais da Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica (ABRELA) com a intenção de chamar a atenção para a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).
Link para download: http://www.abrela.org.br/PDF/livreto2009.pdf
segunda-feira, 18 de abril de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
Exoesqueleto pode inovar tratamento de lesados medulares
Neste vídeo, Eythor Bender da Berkeley Bionics demonstra dois exoesqueletos surpreendentes, HULC e eLEGS, que são acessórios robóticos que algum dia permitirão que um ser humano carregue cargas pesadas sem cansar (usando como exemplo os militares), ou que um usuário de cadeira de rodas fique em pé e caminhe. Impressionante...
sexta-feira, 15 de abril de 2011
SEMIOLOGIA NEUROLÓGICA
Guia online interativo demosntrando o exame neurológico com várias demosntrações em vídeo.
Link de acesso: http://www.neuroexam.com/
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Resenha do livro “Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro”
Book review of Musicophilia: Tales of Music and Brain
Idonézia Collodel Benetti1
Idonézia Collodel Benetti1
RESUMO:
Artigo Completo: http://www.revistaneurociencias.com.br/edicoes/2009/RN%2017%2003/401%20resenha.pdf
Na obra "Alucinações musicais" Oliver Sacks, professor de neurologia Clínica na Columbia University, New York, relata casos de homens e mulheres que, em condições neurológicas raras, reagem à música de forma incomum: alguns não conseguem ouvi-la, e outros simplesmente ouvem música todo o tempo, mesmo sem nenhuma melodia tocando. Há descrição de casos em que, após um acidente, a pessoa desenvolve um talento musical que antes não existia. O livro oferece uma fascinante coletânea de fenômenos interligando neurologia, fisiologia e música, mostrando que a música pode sobreviver a danos cerebrais devastadores.
Artigo Completo: http://www.revistaneurociencias.com.br/edicoes/2009/RN%2017%2003/401%20resenha.pdf
quarta-feira, 13 de abril de 2011
AACD - Aula de Sexualidade ao Portador de Lesão Medular
A AACD fornece um curso que aborda a sexualidade para o portador de lesão medular compreender melhor a sua situação e melhorar a sua qualidade de vida.
Este filme foi produzido de forma voluntária pelo Estudio Fliperama para AACD.
Link para o vídeo: http://www.behance.net/gallery/AACD-Aula-de-Sexualidade-ao-Portador-de-Leso-Medular/900693 Inclusão e Sexualidade - Na Voz de Pessoas com Deficiência Física
O tema do livro “INCLUSÃO E SEXUALIDADE: NA VOZ DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA” é atual e relevante na medida em que vai ao encontro das discussões sobre os direitos sexuais e reprodutivos das pessoas com deficiências. O livro abrange discussões teóricas sobre a sexualidade e a educação sexual e a sexualidade de pessoas com deficiência física, priorizando questões como: o corpo estigmatizado, a relação da pessoa com deficiência e seus familiares e amigos e as possíveis dificuldades sexuais, orgânicas e psicossociais daqueles que sofrem uma lesão medular. Além disso, a partir de relatos emocionantes das próprias pessoas com deficiência física, é possível conhecer mais sobre os preconceitos sociais que impedem, muitas vezes, que o direito dessas pessoas à sexualidade seja garantido plenamente. O livro pode ser útil tanto a psicólogos, educadores, profissionais da área da saúde, pessoas com deficiências e seus familiares, quanto para aqueles que se interessam pela construção de uma sociedade realmente inclusiva.
Site da editora: http://www.jurua.com.br/shop_item.asp?id=22204
Site da editora: http://www.jurua.com.br/shop_item.asp?id=22204
Assinar:
Postagens (Atom)












